07/10/2008
Terça-feira, 22h. Daqui a pouco começa Casseta & Planeta, programa simples, bobo, que desperta a minha admiração. Mas nada disso vem a ser o foco dessa postagem.
Hoje foi um dia repleto de atividades, rotineiras. Ceub, auto-escola, alemão e academia. Marcar a minha "volta" à corrida (corri 3.9 km, hoje) seria o fato mais importante do dia, ou talvez o SS na temida prova do Paniago, ou até o aniversário do Rafael. Mas não, o que "ofuscou", marcou este dia, foi uma conversa que tive de manhã cedo.
Rafaela é uma colega minha. Diferente, pois ela pe a única pessoa, dos meus contatos diários, que é totalmente engajada em um movimento religioso, podendo, sob certa perspectiva, ser chamada de fanática. Pois bem, há muito o que se aprender com uma pessoa dessas, independentemente do seu credo (sou agnóstico). Ela é uma pessoa alegre, comunicativa, transmitindo uma atmosfera de bem estar. Isso, com certeza está relacionado à forma com que ela enxerga a vida, uma vez que ela diz viver para Deus (considera-se uma missionária, "serva" de Deus.
Conversamos por 1 hora. Pude conhecer e, até certo ponto, enxergar a vida de uma pessoa que a encara dessa forma: seguindo o evangelho (é uma forma de conhecimento) e frequentando movimentos ecumênicos. Ela é uma pessoa de boa alma e faz o que acredita ser melhor (e, fora da esfera religiosa, como cidadã, este comportamento é ideal). É justamente essa vertente que faz meu respeito a esses movimentos crescer, a a admiração pelas boas personalidades ali presentes (claro, peneirando os hipócritas). Pretendo ainda conhecer mais pessoas e grupos dessa natureza, não com intuito de seguir alguma religião, mas pela riqueza que este tipo de contato pode trazer à sua alma, à sua mente e talvez e talvez até amigos pra vida.
Numa síntese, a conversa me fez lembrar duas máximas: " a verdadeira riqueza está no coração" e "Com amor, você resolve tudo". Ambas são de minha autoria. Quanto à segunda, gostaria de comentar que "tudo" se refere não apenas a problemas, à forma de se encarar a vida, como um todo.
Por fim, gostaria de fazer uma citação (que, após um tempo, passei a discordar, mas sem muita convicção) do filme "O mágico de Oz": "O coração não se mede tanto que se ama, mas pelo quanto que se é amado".
Hoje foi um dia repleto de atividades, rotineiras. Ceub, auto-escola, alemão e academia. Marcar a minha "volta" à corrida (corri 3.9 km, hoje) seria o fato mais importante do dia, ou talvez o SS na temida prova do Paniago, ou até o aniversário do Rafael. Mas não, o que "ofuscou", marcou este dia, foi uma conversa que tive de manhã cedo.
Rafaela é uma colega minha. Diferente, pois ela pe a única pessoa, dos meus contatos diários, que é totalmente engajada em um movimento religioso, podendo, sob certa perspectiva, ser chamada de fanática. Pois bem, há muito o que se aprender com uma pessoa dessas, independentemente do seu credo (sou agnóstico). Ela é uma pessoa alegre, comunicativa, transmitindo uma atmosfera de bem estar. Isso, com certeza está relacionado à forma com que ela enxerga a vida, uma vez que ela diz viver para Deus (considera-se uma missionária, "serva" de Deus.
Conversamos por 1 hora. Pude conhecer e, até certo ponto, enxergar a vida de uma pessoa que a encara dessa forma: seguindo o evangelho (é uma forma de conhecimento) e frequentando movimentos ecumênicos. Ela é uma pessoa de boa alma e faz o que acredita ser melhor (e, fora da esfera religiosa, como cidadã, este comportamento é ideal). É justamente essa vertente que faz meu respeito a esses movimentos crescer, a a admiração pelas boas personalidades ali presentes (claro, peneirando os hipócritas). Pretendo ainda conhecer mais pessoas e grupos dessa natureza, não com intuito de seguir alguma religião, mas pela riqueza que este tipo de contato pode trazer à sua alma, à sua mente e talvez e talvez até amigos pra vida.
Numa síntese, a conversa me fez lembrar duas máximas: " a verdadeira riqueza está no coração" e "Com amor, você resolve tudo". Ambas são de minha autoria. Quanto à segunda, gostaria de comentar que "tudo" se refere não apenas a problemas, à forma de se encarar a vida, como um todo.
Por fim, gostaria de fazer uma citação (que, após um tempo, passei a discordar, mas sem muita convicção) do filme "O mágico de Oz": "O coração não se mede tanto que se ama, mas pelo quanto que se é amado".

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