14 de dezembro de 2009
Ontem assisti 2012. Um filme mentiros e divertido. O que ficou foram as lições de humanidade e uma cena específica. Essa cena me chamou atenção, nela Dalai Lama ensina a seu discípulo, preocupado com o fim do mundo, que sua mente está transbordando de informações, como uma xícara que transborda café e que ele deveria esvaziar a xícara para provar da sabedoria.
Talvez aqui esteja uma chave para eu me reorganizar e até ter um olhar crítico sobre tudo o que venho fazendo nesse tempo. Minha mente parece uma tempestade...e isso me parecia ótimo, acreditava fazer novas conexões e raciocínios o tempo todo, quando na verdade meus pensamentos andam desordenados, fazendo julgamentos avulsos.
Esvaziar o cérebro, mandar pra longe problemas que nos parecem gigantes, desapegar-se de idéias tão presentes no cotidiano, ter um olhar mais simples das coisas ao nosso redor, talvez seja o caminho.
Resolvendo cada questão de cada vez, uma por uma, talvez não pareça uma tarefa tão complexa. Para isso, é preciso vencer a paranóia do tempo, ter metas atingiíveis pro tempo disposto. A questão é não desistir, insistir, persistir.
Talvez aqui esteja uma chave para eu me reorganizar e até ter um olhar crítico sobre tudo o que venho fazendo nesse tempo. Minha mente parece uma tempestade...e isso me parecia ótimo, acreditava fazer novas conexões e raciocínios o tempo todo, quando na verdade meus pensamentos andam desordenados, fazendo julgamentos avulsos.
Esvaziar o cérebro, mandar pra longe problemas que nos parecem gigantes, desapegar-se de idéias tão presentes no cotidiano, ter um olhar mais simples das coisas ao nosso redor, talvez seja o caminho.
Resolvendo cada questão de cada vez, uma por uma, talvez não pareça uma tarefa tão complexa. Para isso, é preciso vencer a paranóia do tempo, ter metas atingiíveis pro tempo disposto. A questão é não desistir, insistir, persistir.

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