13/10/2008 (não leia, nada de interessante)
Hello, segunda-feira, 21:30. Estou cansado, talvez deva instituir uma disciplina quanto ao horário de dormir. Mas a rotina, cheia de atividades, contribui. Esse fim-de-semana, eu fui ao teatro, boliche, pizzaria e shopping. Além disso, vem muito trabalho da faculdade pela frente.
O que há por trás disso tudo, é um processo de maturação mental, ainda com choques de idéias e descontroles emocionais intemitentes.
Em outras palavras, é uma fase confusa, de maturidade e busca de equilíbrio pessoal. A vertente amizade está bem consolidada, a família está okay e os estudos vão dentro do planejado. O que pesa é mulher. Falta uma companheira, na minha vida, que me compreenda, me queira e que possa construir algo rico e verdadeiro comigo. Uma moça bonita, sorridente, com boas idéias e disposição. A barreira é conhecer essa pessoa e dar certo.
A impressão que tenho (e sei bem que isso pode ser ilusório) é que uma mulher poderia trazer perfeito equilíbrio pra mim.
Outro ponto que não gostaria de comentar (mas quero registrar) é que notei, esses dias, meu lado reprovável e natural (tendência humana) de avaliar, valorar muito a beleza. Não me sentiria confortável com uma moça que eu não achasse bonita, teria vergonha de apresentar pra família (futilidade) e não melhoraria minha estima. Esse é justamente o lado mais imaturo da minha personalidade, esse embutido cultural, envolto de sentimentalismo e egoísmo. Não que eu ficasse com uma moça fútil ou burra, jamais.
Como superar isso? Não sei. Talvez com vergonha na cara e apanhando da vida. Mas atração sexual é determinante no instinto humano. Assim como o homem tende a buscar prestígio, status, preso às futilidades culturalmente impostas.
Boliche, domingo (12/10) dia das crianças:
Pizzaria, Benedetto, após "Melhores do Mundo":


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